Depois de um ano e meio de tramitação em primeira
instância e após várias audiências para ouvir um grande número de testemunhas,
tanto de acusação, quanto de defesa, a juíza eleitoral Alessandra Varandas
arquivou, nesta segunda-feira (10), representação que pedia a cassação do
prefeito de Ingá, Manoel Batista Chaves Filho (foto), conhecido na região como Manoel
da Lenha, por captação ilícita de sufrágio (compra de votos).
Para o advogado do prefeito, Marcus Túlio Campos, "a decisão não foi uma surpresa, já que o prefeito não praticou nenhum ato ilícito”. “Todavia, recebemos a notícia com satisfação, pois não resta mais nenhuma pendência jurídica quanto ao mandato do prefeito Manoel, que agora se preocupará exclusivamente com a administração municipal", completou o advogado.
Para o advogado do prefeito, Marcus Túlio Campos, "a decisão não foi uma surpresa, já que o prefeito não praticou nenhum ato ilícito”. “Todavia, recebemos a notícia com satisfação, pois não resta mais nenhuma pendência jurídica quanto ao mandato do prefeito Manoel, que agora se preocupará exclusivamente com a administração municipal", completou o advogado.
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